• c_davida1

    @c_davida1

    1 month ago
  • Jacareí
  • Desejamos ardentemente pela diferença, pela mudança, pela novidade. Ansiamos fervorosamente por novas conquistas, descobertas e olhares. Mas só ficamos no desejo, parece que tão facilmente nos contentamos e reduzimos aos anseios, nada fazemos de diferente, não buscamos pelo novo e fugimos do desconhecido, como poderemos desfrutar de experiências nunca antes vividas se não nos permitimos? Disse Clarice Lispector, “Renda-se como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento”. O problema que causa nosso tédio se chama acomodação. Acomodamo-nos na mesmice, na zona de conforto, na rotina padronizada e não nos concedemos à liberdade de descobertas, de aventuras, de diversões e alegrias que nos aguardam pelo universo de descobrimentos. Nós não nos rendemos, não mergulhamos e depois queremos compreender o porquê de vivermos em uma constante e melancólica monotonia. A diferença depende não apenas de nossa vontade, mas das ações que praticamos em seu nome. Para quê se resumir ao mesmo de sempre? Para quê se fechar a novas histórias? Para quê fugir de novas conversas? Para quê recusar aos novos sorrisos? Não vamos viver momentos diferentes se insistimos no igual de todos os dias, não vamos experimentar descobertas se nos damos por satisfeitos pelos sabores costumeiros. Ouse, arrisque-se à felicidade, descubra o encoberto, seja diferente, faça a diferença, viva! Não deixe de acessar o blog, link na bio 😉
    Coisas da Vida Desejamos ardentemente pela diferença, pela mudança, pela novidade. Ansiamos fervorosamente por novas conquistas, descobertas e olhares. Mas só ficamos no desejo, parece que tão facilmente nos contentamos e reduzimos aos anseios, nada fazemos de diferente, não buscamos pelo novo e fugimos do desconhecido, como poderemos desfrutar de experiências nunca antes vividas se não nos permitimos? Disse Clarice Lispector, “Renda-se como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento”. O problema que causa nosso tédio se chama acomodação. Acomodamo-nos na mesmice, na zona de conforto, na rotina padronizada e não nos concedemos à liberdade de descobertas, de aventuras, de diversões e alegrias que nos aguardam pelo universo de descobrimentos. Nós não nos rendemos, não mergulhamos e depois queremos compreender o porquê de vivermos em uma constante e melancólica monotonia. A diferença depende não apenas de nossa vontade, mas das ações que praticamos em seu nome.
Para quê se resumir ao mesmo de sempre? Para quê se fechar a novas histórias? Para quê fugir de novas conversas? Para quê recusar aos novos sorrisos? Não vamos viver momentos diferentes se insistimos no igual de todos os dias, não vamos experimentar descobertas se nos damos por satisfeitos pelos sabores costumeiros. Ouse, arrisque-se à felicidade, descubra o encoberto, seja diferente, faça a diferença, viva!
Não deixe de acessar o blog, link na bio 😉

    Desejamos ardentemente pela diferença, pela mudança, pela novidade. Ansiamos fervorosamente por novas conquistas, descobertas e olhares. Mas só ficamos no desejo, parece que tão facilmente nos contentamos e reduzimos aos anseios, nada fazemos de diferente, não buscamos pelo novo e fugimos do desconhecido, como poderemos desfrutar de experiências nunca antes vividas se não nos permitimos? Disse Clarice Lispector, “Renda-se como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento”. O problema que causa nosso tédio se chama acomodação. Acomodamo-nos na mesmice, na zona de conforto, na rotina padronizada e não nos concedemos à liberdade de descobertas, de aventuras, de diversões e alegrias que nos aguardam pelo universo de descobrimentos. Nós não nos rendemos, não mergulhamos e depois queremos compreender o porquê de vivermos em uma constante e melancólica monotonia. A diferença depende não apenas de nossa vontade, mas das ações que praticamos em seu nome.

    Para quê se resumir ao mesmo de sempre? Para quê se fechar a novas histórias? Para quê fugir de novas conversas? Para quê recusar aos novos sorrisos? Não vamos viver momentos diferentes se insistimos no igual de todos os dias, não vamos experimentar descobertas se nos damos por satisfeitos pelos sabores costumeiros. Ouse, arrisque-se à felicidade, descubra o encoberto, seja diferente, faça a diferença, viva!

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